Para cada tecnologia, uma frase sobre o que ela é e outra sobre como a Indryon usa na fábrica.
L1 · Automation
Conectamos o mundo físico.
Siemens
Fabricante alemã dos CLPs SIMATIC: S7-1200 e S7-1500 (linhas atuais) e S5, S7-300 e S7-400 (legado, ainda muito comum nas plantas).
Como usamos: Migramos CLPs S5, S7-300 e S7-400 para S7-1500 e lemos os dados dos atuais por OPC UA, que o S7-1500 e o S7-1200 (firmware 4.4 ou superior) oferecem com licença de runtime, ou por comunicação S7, sem mexer na lógica que já funciona.
Rockwell / Allen-Bradley
Marca de CLPs da Rockwell Automation, como ControlLogix e CompactLogix.
Como usamos: Integramos esses CLPs pela rede EtherNet/IP ou pelo OPC UA nativo dos modelos 5580 e 5380 a partir do firmware 36, e migramos famílias antigas como SLC 500 e MicroLogix para CompactLogix.
Schneider Electric
Fabricante francesa de CLPs (linha Modicon), inversores e equipamentos elétricos.
Como usamos: Lemos dados de CLPs Modicon e de medidores de energia, normalmente por Modbus, protocolo que nasceu na própria Modicon, ou por OPC UA nos M580 com o módulo dedicado.
ABB
Fabricante de inversores, motores, robôs, CLPs (AC500) e sistemas de controle.
Como usamos: Coletamos dados de inversores e acionamentos para acompanhar carga, corrente e falhas dos motores.
Modbus TCP/RTU
Protocolo industrial simples e antigo, presente em quase todo equipamento. O RTU usa cabo serial e o TCP usa rede Ethernet.
Como usamos: É a nossa porta de entrada para máquinas antigas, medidores e inversores. Como o Modbus não tem autenticação, só o gateway fala com o equipamento, dentro da rede de automação.
OPC UA
Padrão aberto da OPC Foundation para trocar dados industriais com segurança, levando junto o significado de cada variável.
Como usamos: Preferimos OPC UA sempre que o CLP ou o supervisório oferece. S7-1500, S7-1200, Logix 5580/5380 e Modicon M580 oferecem servidor OPC UA, alguns com licença, firmware mínimo ou módulo à parte. Também usamos no Edge.
Comunicação S7 (S7comm)
Protocolo proprietário da Siemens (porta 102) que supervisórios e gateways usam para ler os CLPs S7. Nos S7-1200 e S7-1500 exige liberar PUT/GET na CPU e blocos de dados sem acesso otimizado.
Como usamos: Usamos para ler S7-300 e S7-400, e nos atuais só quando o OPC UA não está habilitado. Sempre em modo de leitura.
EtherNet/IP
Protocolo aberto da ODVA sobre Ethernet padrão, usado como rede principal nos equipamentos Rockwell e em muitos outros.
Como usamos: Usamos para ler CLPs Allen-Bradley e outros equipamentos compatíveis.
PROFINET
Rede industrial Ethernet, padrão aberto da PI, dominante nas plantas com CLPs Siemens. Liga CLPs, I/O remotos e inversores.
Como usamos: Fazemos diagnóstico e integração de redes PROFINET existentes.
PROFIBUS
Rede de campo serial mais antiga, ainda comum em plantas com décadas de operação.
Como usamos: Mantemos e migramos redes PROFIBUS, e usamos gateways quando é preciso tirar dados delas.
Supervisórios e historiadores
Sistemas que já registram o histórico da planta, como PI System, Ignition, Elipse e WinCC.
Como usamos: Quando a planta já tem um, lemos dali primeiro: é o caminho de menor risco, sem tocar nos CLPs.
Padrão aberto criado pela Anthropic em 2024 e hoje mantido pela Agentic AI Foundation (Linux Foundation), cofundada por Anthropic, OpenAI e Block, com apoio de Google, Microsoft e AWS.
Como usamos: Criamos servidores MCP por área (produção, manutenção, qualidade, energia). A IA só consulta, e a permissão de leitura é garantida no servidor e no banco de dados, não só na IA.
APIs
Interfaces que permitem que um sistema converse com outro.
Como usamos: Ligam ERP, sistema de manutenção e sistema de qualidade aos servidores MCP.
OpenAI
Empresa que desenvolve os modelos GPT e o ChatGPT.
Como usamos: A Indryon funciona com assistentes compatíveis com MCP, e os da OpenAI estão entre eles. No ChatGPT, os conectores MCP entram pelo modo desenvolvedor (planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Education), sujeito às políticas do workspace.
Anthropic
Empresa que desenvolve os modelos Claude.
Como usamos: O Claude também é compatível com MCP e pode ser o assistente da planta.
Autenticação e controle de acesso
Garante que cada pessoa só veja o que tem permissão para ver.
Como usamos: Cada pergunta é feita em nome de um usuário, com OAuth 2.1 (o mesmo padrão do MCP), permissões por área e registro de todas as consultas.
A implementação de referência usa AWS. A mesma arquitetura funciona no Azure, no Google Cloud ou em servidor dentro da planta, com banco de séries temporais como InfluxDB ou TimescaleDB e painéis em Grafana.
Marcas citadas pertencem aos seus donos e aparecem aqui só para indicar compatibilidade. A Indryon não é parceira oficial desses fabricantes.
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